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BRMX Analytics avalia última etapa do Brasileiro de Motocross 2013

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Visual do topo da pista com a cidade de Goiânia ao fundo – Foto: Mau Haas / BRMX

 

A oitava e última etapa do Brasileiro de Motocross 2013 aconteceu nos dias 8, 9 e 10 de novembro, em Senador Canedo, Goiás. Confira a seguir as observações da equipe do BRMX sobre o evento.

Leia também:
>>> Avaliação da sétima etapa, no Paraná
>>> Avaliação da sexta etapa, em Santa Catarina

>>> Avaliação da quinta etapa, na Bahia
>>> Avaliação da quarta etapa, em Sergipe
>>> Avaliação da terceira etapa, no Mato Grosso
>>> Avaliação da segunda etapa, no Mato Grosso do Sul 

 

#1 – Pista

A pista goiana era boa. Um tanto rápida, mas boa. Tinha 2.100 metros, estava em um terreno íngreme, contava com bastante variação de obstáculos e o terreno foi bem tratado.

Se na rodada anterior, em Foz do Iguaçu, a pista foi o principal alvo de reclamações, em Goiás ela passou no teste. Não tinha nada de espetacular, mas era de respeito.

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Piso formava cavas e buracos – Foto: Mau Haas / BRMX

 

#2 – Organização

É de se elogiar o cumprimento dos horários na última etapa. O cronograma foi seguido e, no total dos três dias, apenas no domingo houve atraso de cerca de 30 minutos nas corridas finais. O restante foi bem trabalhado.

Também vale destacar a sala de imprensa com visão para a pista (parece óbvio, mas isso é raro acontecer) e o acesso do público, que era muito bom, já que a pista estava à beira da estrada que liga Goiânia e Senador Canedo. Com o ingresso gratuito, as arquibancadas lotaram no domingo. Foi bonito de ver!

 

#3 – Estrutura

A estrutura do local não foi das melhores. O box estava mal-distribuído e o público ficou longe demais dos ídolos, dificultanto assim que pudesse tirar uma foto e conhecer um pouco melhor aquele atleta que só vê pelos sites ou revistas. Esse contato é importante para fazer o esporte crescer. Isso apaixona, traz mais adeptos.

Os banheiros químicos deixaram a desejar. Pilotos reclamaram que os que estavam dentro do box sequer foram limpos de sexta para sábado. Descuido que poderia ter sido evitado.

O restaurante/lanchonete local é outro ponto que ficou aquém do esperado. Ninguém precisa de luxo, mas higiene e condições básicas são fundamentais.

 

#4 – Jogo de equipe

Ficou claro, na primeira bateria da MX1, que Wellington Garcia cedeu a posição para Adam Chatfield terminar na segunda colocação – um jogo de equipe que deixou Michael Schumacher e Rubens Barrichelo com inveja.

Isso é normal? É lícito? Sim. É normal, lícito e esperado que as equipes façam isso e, provavelmente, qualquer uma delas faria se estivesse na mesma situação. Porém, é um “joguinho medíocre”, não é? Adam nem precisava. Ficou feio para Wellington Garcia.

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Adam Chatfield provavelmente teria conquistado o título mesmo sem o “jogo” – Foto: Mau Haas / BRMX

 

#5 – Três dias

Por ter corridas atrasadas da quinta e da sétima etapa, a programação da última rodada foi de três dias. A experiência foi interessante e deveria ser implementada sempre que houvesse tantas categorias em disputa no mesmo fim de semana. Foram nove classes – MX1, MX2, MX3, MX4, Júnior, 50cc, 65cc, MXF e Nacional 230 – e 14 corridas, mais treinos livres e cronometrados.

Seria ainda mais interessante se o domingo fosse reservado exclusivamente para MX1 e MX2. Aliás, o “borburinho” é que em 2014 estas categorias serão priorizadas com quatro etapas exclusivas para elas, e as outras quatro contemplariam também as demais categorias – MX3, MX4, MXF, Júnior, 65cc, 50cc e Nacional 230. O BRMX sugere que a Júnior seja mantida em todas as etapas. Os “moleques” da antiga 85cc têm capacidade para andar na mesma pista das classes principais e é importante que eles já estejam em contato com o “mundo” da MX2.

 

#6 – Festa do título

A premiação dos campeões, ao que tudo indica, será feita apenas em 2014 (como a de 2012 só aconteceu em 2013) em uma festa de gala em São Paulo. É um erro deixar o público alheio à festa do título. Longe do público e dentro da pista, a localização do pódio impediu que a galera assistisse à comemoração dos vencedores. E não foi a primeira vez que o pódio foi organizado desta maneira.

Mais: o campeão sai da corrida com um troféu da etapa. Seria muito mais honroso receber um troféu especial de campeão. Uma taça grande (ou simplesmente DIFERENTE), que o piloto tivesse orgulho de desfilar e exibir em sua coleção. Depois, em fevereiro, fica meio frio, meio monótono, um tanto chato, receber o troféu de camisa e calça social. Seria muito melhor receber na pista, sujo, com o coração ainda batendo forte! Talvez assim o público participaria mais, interagiria mais, sentiria mais a emoção do motocross.

A festa da Honda foi bonita, mas foi apenas entre os integrantes da equipe e alguns convidados. Já pensou se os “hondistas” pudessem participar? Mesmo que esta cultura de “hondistas” ou “yamahistas” ainda não seja forte no Brasil, isso poderia fomentar este tipo de torcida, e o esporte cresceria.

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Festa no pódio – Foto: Mau Haas / BRMX

 

#7 – Número de participantes

Acompanhamos ao longo do ano quantos atletas correram as principais categorias do campeonato. Confira os números.

BRMX vem acompanhando a quantidade de pilotos que participam das etapas do Brasileiro MX. Se ligue!

 

Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul
MX1: 30
MX2: 40
Júnior: 40


Três Lagoas, Mato Grosso do Sul

MX1: 23
MX2: 38
Júnior: 31


Sorriso, Mato Grosso

MX1: 17
MX2: 26
Júnior: 24


Aracaju, Sergipe

MX1: 17
MX2: 33
Júnior: 25


Salvador, Bahia

MX1: 12
MX2: 30
Júnior: Etapa foi adiada


São José, Santa Catarina

MX1: 25
MX2: 30
Júnior: 23


Foz do Iguaçu, Paraná

MX1: 23
MX2: 31
Júnior: 22


Senador Canedo, Goiás

MX1: 18
MX2: 27
Júnior: 28

 

# Avaliação final da etapa

A organização foi bem na rodada final. Dentro da pista as coisas funcionaram bem, e esta é a parte principal da competição. Tudo começa por aí. Se o campeonato voltar a Senador Canedo em 2014, é preciso cuidar mais do entorno – box, lanchonete, banheiros – para que a etapa seja modelo positivo.