Max Anstie sonha em ser campeão no AMA Supercross, mas diz que Mundial de Motocross tem mais valor


Max Anstie, que em 2011 andou pela equipe Monster Energy Kawasaki, agora está na Honda – Foto: Ray Archer / Youthstream

O britânico Max Anstie, nascido em Winchester, na Inglaterra, é conhecido como “um cara legal” nos boxes do Mundial de Motocross.

Aos 19 anos, está em sétimo na classificação da categoria MX2, competindo pela equipe Honda Gariboldi-Esta ao lado do russo Aleksandr Tonkov, que ocupa a 22ª posição na tabela.

Sua primeira temporada completa do Mundial foi em 2011, pela equipe Monster Energy Kawasaki, alcançando ao final da temporada a sexta posição na categoria das 250cc.

Após passar por um fim de semana difícil em que teve que abandonar as duas baterias do GP belga no dia 17 de junho, ele falou com a imprensa sobre sua experiência nos Estados Unidos no início da temporada e outros assuntos. Leia!

Max, você está pilotando bem após um início difícil. Como está competir pela Honda Gariboldi-Esta?
É novidade para a Honda apoiar um time de 250, então as coisas demoram um pouco para se ajustar. Mas a Martin Honda (equipe de fábrica na MX1) está dando um apoio com os motores, e a moto está funcionando bem.

Você sai com outros pilotos durante as corridas?
Não saio com ninguém durante as corridas. É mais fácil assim. Estou bem, mas o time é quase todo italiano e não falam inglês muito bem. Estou estudando, o que vai ser bom para meu futuro. Gosto da Itália porque as pessoas são legais e a comida é boa. Mas, obviamente é difícil estar sem meu pai por perto, porque ele sempre me ajudou nas corridas e, apesar de eu saber o que ele me diria, é bom ouvir as coisas dele e tê-lo por perto.

Você correu algumas provas de supercross nesse ano. Quais seus planos para 2013?
Quero correr o supercross. Quero ganhar lá e acho que posso ser bom no supercross. Mas quero continuar correndo o Mundial, que eu gosto muito e acho mais importante que o AMA. Ser campeão mundial soa muito melhor para mim.

Fale mais sobre isso…
Você vai para uma pista de treino nos EUA e ela é igual a uma pista de corrida. Não é como ir de Lommel a Fermo. Nossas pistas (na Europa) são muito mais difíceis. Você pode ter um italiano se dando muito bem em sua casa, mas lutando para se manter entre os 30 em Lommel. A diferença é que as pistas na Europa são diferentes de um lugar para o outro, dando chances a todos.