Desfrute da segurança e confiabilidade do casino portugal online com uma vasta seleção de slots, jogos de mesa e dealers ao vivo de renomados provedores de software.

Ən yaxşı slot oyunları və nəhəng cekpotları kəşf edin, pinup platformasında təhlükəsiz və etibarlı şəkildə oynayaraq böyük qazanmaq üçün mükəmməl anı qaçırmayın.

Descubra uma variedade de jogos de cassino e fornecedores enquanto acessa com facilidade o brazino777 login, aproveitando bônus exclusivos e experiências de dealer ao vivo.

BRMX avalia sexta etapa do Brasileiro de Motocross 2013, realizada em São José, Santa Catarina

||

publicosaojose
Pista de São José foi um dos pontos altos do campeonato – Foto: Keu Lerner / BRMX

 

A sexta etapa do Brasileiro de Motocross 2013, realizada em São José, Santa Catarina, é a quinta a passar pela “comissão julgadora” do BRMX.

Mais uma vez, procuramos ouvir os comentários pelo box além de ficar de olhos bem abertos para ver como foi a rodada em termos de organização. Vale lembrar sempre que esta avaliação tem a única intenção de apontar pontos negativos e positivos para que o esporte se desenvolva e cresça.

>>> Acesse a galeria de fotos do evento
>>> Confira como foram as corridas da MX1
>>> Veja os resultados da MX2

 

#1 – Pista

A organização local – Motoclube Pedra Branca – deu uma atenção especial para este item. A pista do Motódromo Marronzinho já era interessante antes, e ainda ganhou “um trato” para receber o Brasileiro de Motocross.

O traçado tem pontos positivos e está em um terreno com bastante variação de nível. Você sabe que o “sobe e desce” contribui bastante para uma corrida de motocross. A largada em subida, um triplo em outra subida, seção de costelas longa e bem feita, opções de traçado diferente em uma seção de saltos em curva, e um solo duro e esburacado mas sem poeira, foram os pontos positivos.

A pista foi um acerto.

 

#2 – Estrutura

O Motódromo Marronzinho recebeu reformas recentemente. Por isso, havia banheiros e cantina novos, lugar para lavar as motos, e uma área de box bem organizada. Equipes grandes com suas carretas tinham espaço separado das equipes menores que foram apenas com uma van ou um motorhome pequeno. Ficou organizado e privilegiou os times das fábricas, que ficaram mais vistosos aos olhos do público.

Os pilotos privados não gostaram muito porque eles ficaram um pouco “de lado” e não puderam se misturar aos grandes times. Mas se olharmos pelo lado da logística, a ideia é interessante.

Havia uma arquibancada grande na parte superior da pista, que dava boa visão do circuito, e duas menores na parte de baixo, onde o pessoal do box costumava sentar para assistir as provas. Nenhuma lotou.

Faltou público na etapa, ainda mais se levarmos em consideração que Santa Catarina tem tradição no esporte. O estado costumava reunir entre 10 e 20 mil pessoas para provas em Canelinha, um local mais difícil e mais distante da capital que São José, mas onde se tem atrativos extras, como a possibilidade de camping para o público e o lendário “Woodstock”.

Foi feito um bom trabalho de divulgação na região, com outdoors espalhados por cidades como Palhoça, São José e Biguaçu, todas na região metropolitana de Floripa. Mas o público foi apenas razoável.

Cabe aqui outra discussão. Na opinião do BRMX, o ingresso para corridas de motocross deveria ser gratuito. A maioria dos locais se cobra R$ 15, o que pode não parecer muito, mas é. Motocross já é um esporte com menos adeptos, que precisa chamar gente. Se um cidadão vai para a corrida com sua família, vai gastar em média R$ 60 de ingresso. Mais os lanches que vai fazer, pois ele precisa ficar o dia inteiro na pista para ver tudo, vai gastar uma grana boa no domingo. Nem todo mundo pode. Seria mais interessante abrir os portões e lotar a casa, fazendo com que novas pessoas conheçam e passem a curtir este universo.

 

largadasaojose
Largada em subida e gate (quase) cheio – Foto: Keu Lerner / BRMX

 

#3 – Número de participantes

O BRMX vem acompanhando a quantidade de pilotos que participam das etapas do Brasileiro MX. Se ligue!

 

Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul
MX1: 30
MX2: 40
Júnior: 40

Três Lagoas, Mato Grosso do Sul
MX1: 23
MX2: 38
Júnior: 31

Sorriso, Mato Grosso
MX1: 17
MX2: 26
Júnior: 24

Aracaju, Sergipe
MX1: 17
MX2: 33
Júnior: 25

Salvador, Bahia
MX1: 12
MX2: 30
Júnior: Etapa foi adiada

São José, Santa Catarina
MX1: 25
MX2: 30
Júnior: 23

 

# Avaliação final

No geral, foi uma etapa boa. Pista bacana e bem tratada durante o evento, bom número de pilotos nas principais categorias e estrutura boa. Merece que o campeonato retorne em 2014.