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Campano e Vilardi vencem quinta etapa do Brasileiro de Motocross 2014, em Limeira, São Paulo

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Largada da MX2 – Foto: Mau Haas / BRMX

 

Domingo de sol forte em Limeira para a quinta etapa do Brasileiro de Motocross 2014. A rodada marcou o início da segunda metade do campeonato e teve vitória dos pilotos da Yamaha Grupo Geração Monster Energy nas categorias MX1 (Carlos Campano) e MX2 (Thales Vilardi), apesar de Paulo Alberto (MX2) e Jean Ramos (MX1) também vencerem baterias e somarem o mesmo número de pontos de seus concorrentes. Vilardi e Campano venceram a rodada no critério de desempate (melhor resultado na segunda bateria).

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A etapa também foi marcada pelos “protestos” pedidos pelas equipes. Aconteceu uma espécie de “duelo judicial” nos bastidores após a bandeirada quadriculada. Yamaha Grupo Geração Monster Energy fez dois protestos. O primeiro sobre um suposto “auxílio externo” a Jetro Salazar na MX1 (regulamento proíbe ajuda externa) e o segundo sobre o fato da moto de Paulo Alberto NÃO ter ficado no parque fechado após a corrida da MX2 (regulamento prevê que as motos dos cinco primeiros devem permanecer no parque fechado por 30min após a chegada do primeiro colocado).

Em contrapartida ao protesto contra Jetro Salazar, a Escuderia X (equipe do piloto equatoriano) entrou com recurso contra Carlos Campano por causa do acidente, alegando que o piloto teria derrubado Jetro na segunda curva. Além destes, houve também protestos referentes a pilotos que teriam saltado em determinado ponto com a bandeira amarela sendo agitada. Todos estes recursos atrasaram a divulgação do resultado oficial, que saiu apenas depois das 18h30.

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A penalização mais severa foi na MX2. Paulo Alberto, que havia conquistado a segunda colocação na corrida, acabou desclassificado na segunda bateria (como prevê o regulamento no caso da moto não ficar no parque fechado). Com isso, caiu para a oitava posição na rodada e perdeu a liderança do campeonato. Jetro Salazar tomou 30seg de penalização por causa do “auxilio externo”, perdeu uma posição na segunda bateria, mas manteve a liderança do campeonato. Carlos Campano, por sua vez, foi absolvido dos recursos.

 

MX1

Primeira bateria

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Jean Ramos cruza a linha de chegada e comemora – Foto: Mau Haas / BRMX

 

O holeshot da primeira bateria da MX1 foi de Jetro Salazar. O equatoriano pulou na frente trazendo Jean Ramos, Carlos Campano, Adam Chatfield, Wellington Garcia, Ratinho Lima e Kevin Rookstool. Um pouco mais atrás, Balbi Junior e Machito.

Ratinho caiu ainda nas primeiras voltas e ficou fora da disputa pelas primeiras posições. Jetro, Jean e Campano abriram um pouco de Chatfield, enquanto Wellington e Rookie travaram uma bela disputa entre companheiros de equipe.

Um pouco mais adiante, Jetro vacilou e perdeu posição para Jean e Campano, que duelaram até o fim pela primeira colocação. Apesar dos ataques do espanhol, o brasileiro se manteve sempre na frente (abrindo até uma boa vantagem no fim), vencendo sua segunda bateria em 2014.

 

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Segunda bateria

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Campano comemora quarta vitória em baterias neste ano – Foto: Mau Haas / BRMX

 

Carlos Campano e Jetro Salazar dividiram a segunda curva na segunda bateria da MX1 e o lance gerou polêmica até depois da corrida. Jetro caiu depois de se chocar com Campano. O equatoriano demorou para levantar e voltou na última colocação, sentindo dores nas costas. O espanhol saiu na frente e liderou toda corrida, abrindo mais de 10seg de vantagem sobre o segundo colocado.

No fim da corrida, a equipe Yamaha Grupo Geração Mosnter Energy entrou com recurso alegando que o mecânico de Jetro teria ligado a moto para que o piloto continuasse na corrida – o regulamento proíbe qualquer tipo de “assistência externa”. Por outro lado, Juan Torres (mecânico de Jetro) disse que NÃO ligou a moto para seu piloto. E, em revés, entrou com recurso contra Carlos Campano, alegando que o espanhol teria derrubado o equatoriano naquele lance.

– Ele estava por dentro e eu por fora. Larguei bem e fui pelo paredão, só que as duas linhas terminavam no mesmo ponto. Se eu cortasse, eu cairia. Acelerei e passei. Não sabia que ele iria bater. Eu achava que ele ia cortar. Batemos bastante forte. (A situação) é ruim porque ele andou bastante bem em todas as etapas e merece estar liderando o campeonato. Mas não pude fazer nada (neste episódio). Tive que acelerar – disse Campano no fim da corrida.

– Meu plano era fazer uma boa largada e ficar em um ritmo bom, mas levei um “blockpass” de Carlos (Campano) e um tombo forte na segunda curva. Os caras que vinham atrás estavam muito rápido e dois bateram nas minhas costas. Fiquei sem ar um bom tempo e depois tentei me recuperar. Mas os ponteiros estavam muito longe. Consegui passar alguns pilotos e ficar em nono – contou Jetro.

Após o lance polêmico, a corrida seguiu com Campano na frente, tendo Wellington Garcia, Balbi Junior e Jean Ramos logo atrás. Ainda na primeira volta, Balbi passou Wellington e tentou buscar o espanhol. Jean Ramos, em terceiro, foi à caça de Balbi, que acabou caindo e perdendo posição para o paranaense e para Wellington Garcia. Um pouco mais atrás, Rafael Faria, Humberto “Machito” Martin e Ratinho Lima buscavam recuperação dentro da corrida.

Adam Chatfield, que havia largado por volta da quinta colocação, perdeu terreno e acabou em sétimo, extremamente cansado por causa do forte calor em Limeira. Mesmo assim, garantiu-se no pódio da rodada.

 

Pódio da rodada
1. Carlos Campano (Yamaha) – 2-1
2. Jean Ramos (Honda) – 1-2
3. Wellington Garcia (Honda) – 5-3
4. Adam Chatfield (Honda) – 4-7
5. Jetro Salazar (Honda) – 3-10

 

Segunda bateria – resultado oficial (após recursos julgados)
mx1bat2

 

 

Soma das baterias – resultado oficial (após julgamento)
somamx1

 

 

MX2

Primeira bateria

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Português chegou a sua quarta vitória em baterias neste ano – Foto: Mau Haas / BRMX

 

 

Thales Vilardi largou na frente na primeira bateria da MX2. Fabinho dos Santos era o segundo, seguido de Paulo Alberto, Anderson Amaral, Gustavo Pessoa, Dudu Lima, Hector Assunção e Anderson Cidade.

Com dez minutos de prova, Thales, que já abria uma certa vantagem, caiu e perdeu três posições, indo para o quarto lugar. Fabinho assumiu a liderança da prova e foi bravo ao segurar os ataques de Paulo Alberto.

Com aproximadamente 20min de prova, Paulo Alberto fez a ultrapassagem em Fabinho e abriu larga vantagem. Neste momento iniciou uma briga ferrenha entre Fabinho, Amaral e Thales, com Hector Asunção já se aproximando.

Perto do fim, Thales e Hector passaram Fabinho e Amaral, e também disputaram a segunda colocação entre si até a bandeira quadriculada.

 

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Segunda bateria

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Thales Vilardi venceu a segunda bateria – Foto: Mau Haas / BRMX

 

A segunda bateria também foi empolgante desde o início. Paulo Alberto e Thales Vilardi saíram na frente, com o português em vantagem a partir da segunda curva. Atrás deles vinham Hector Assunção, Anderson Amaral, Anderson Cidade, Gustavo Pessoa e Pepê Bueno.

Na segunda volta, Thales atacou e conseguiu assumir a liderança da prova. Paulo Alberto e Hector Assunção seguiram em seu encalço, mas Thales foi abrindo vantagem volta a volta até alcançar uma vantagem levemente confortável em relação a Paulo, que também abriu boa vantagem de Hector.

Mais atrás, Pessoa, Amaral e Cidade duelavam pela quarta colocação. Cidade foi o melhor dos três e conquistou a vaga no pódio após terminar a primeira bateria na sexta colocação.

Com os resultados, Thales Vilardi sai vencedor da etapa pela segunda vez consecutiva. O pódio ainda contou com Paulo Alberto (2º), Hector Assunção (3º), Anderson Cidade (4º) e Anderson Amaral (5º). No fim, Paulo Alberto foi desclassificado por não deixar sua moto no parque fechado após a corrida.

 

Pódio da etapa
1. Thales Vilardi (Yamaha) – 2-1
2. Hector Assunção (Honda) – 3-3
3. Anderson Cidade (Yamaha) – 6-4
4. Gustavo Pessoa (Honda) – 5-4
5. Anderson Amaral (Kawasaki) – 4-5

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mx2bat2

 

Soma das baterias

somamx2

 

65cc

prova65

 

 

10h30 – Manutenção na pista > Trabalho de irrigação da pista tem sido intenso. A poeira insiste em voltar.

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Volta na pista com Dudu Lima

 

 

Warm-up

MX1

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MX2

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65cc

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