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Romagnolli Promoções e Eventos e ABPMX debatem falhas de segurança na abertura da Superliga Brasil de Motocross

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Reinaldo Selhorst, presidente da Associação Brasileira de Pilotos de Motociclismo Esportivo (ABPMX), relatou nesta semana algumas falhas levantadas pela entidade durante a abertura da Superliga Brasil de Motocross 2012. 

O campeonato é organizado pela Romagnolli Promoções e Eventos, e a etapa inicial foi realizada no CET Honda, em Indaiatuba, São Paulo, no último fim de semana, 3 e 4 de março. 

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Selhorst acusa a coordenação da empresa de “estar mais preocupada com a parte comercial que com a parte humana e esportiva do esporte, comprometendo com isso o rendimento e a integridade física dos competidores”. O texto foi publicado no site da ABPMX e encaminhado à imprensa por e-mail.  

Procurado pelo BRMX, Carlinhos Romagnolli, presidente da empresa promotora do campeonato, desaprova a conduta do presidente da ABPMX e garante que forneceu respostas a todos os questionamentos levantados pela entidade que representa os pilotos.

“… a entidade fez alguns questionamentos referentes à etapa de Indaiatuba no dia 5 de março às 15h17 e a resposta foi dada no mesmo dia às 16h12. No site da ABPMX tem somente o questionamento sem as respostas. Em minha opinião, uma atitude estranha” – relatou Romagnolli por e-mail.

Fatos e argumentos

Queda no reservatório comprometeu o domingo de Jean Ramos na abertura da SLBMX – Foto: Leonardo Alves / IMS

Reinaldo Selhorst e Marlon Olsen, diretor técnico da ABPMX, analisaram os itens que dizem respeito à segurança dos pilotos durante a etapa e destacaram três falhas que acreditam ser cruciais.

A primeira se refere ao descumprimento do prazo mínimo de 1h30 de intervalo entre uma bateria e outra da mesma categoria. A recomendação é baseada no regulamento da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). 

A ABPMX aponta que entre as baterias da categoria MXPró, no domingo, o intervalo foi de 57 minutos. 

Em resposta ao questionamento, Carlinhos Romagnolli lembrou ao presidente da ABPMX que seu campeonato não é reconhecido pela FIM, mesmo assim, respeita o regulamento, e informou que o intervalo entre as baterias da MXPró foi de 1h32. 

“Infelizmente, o presidente está muito mal informado. Após a 1ª bateria da Pró, tivemos a 2ª bateria da MX2 e um intervalo para manutenção de pista. Somente 1h32 após a realização da 1ª bateria da Pró, ocorreu a 2ª bateria. Como pode ver, o regulamento (FIM) foi cumprido. Acredito que o informante desta associação tenha se equivocado” – relatou o empresário.

No site da Superliga Brasil de Motocross, os resultados das baterias trazem a referência do início de cada prova. A primeira bateria, de acordo com o documento, foi iniciada às 10h58 e durou 35 minutos, terminando, portanto, às 11h32. A segunda bateria foi iniciada às 13h04, o que corresponde ao tempo informado por Romagnolli em sua resposta à ABPMX. 

Selhorst indagou ainda a falta de proteção do reservatório de água usado para irrigação da pista, que fica localizado em área de escape do circuito. A falta de proteção ocasionou dois acidentes, um no sábado, 3, envolvendo o piloto Renan de Oliveira, e outro no domingo, 4, com Jean Ramos, atual campeão brasileiro da MX2.

Em resposta à ABPMX, a Romagnolli Promoções e Eventos relatou: 

“Desde que foi inaugurado o CETH da Honda, nunca foi cercada esta área que o presidente está citando. Nem a FIM exigiu este procedimento no GP Brasil de Motocross. Lembro que, em 2011, a ABPMX estava no evento e também não solicitou este fechamento”.

Para Renan, a queda no lago significou o fim de sua primeira experiência em provas nacionais, como relatou ao BRMX Follow. Ele não conseguiu se classificar entre os 15 primeiros do Grupo A que garantiram vagas nas baterias de domingo.

Já Jean Ramos caiu no reservatório no fim da primeira bateria da MXPró, no domingo, e sua equipe precisou trabalhar contra o tempo para dar novamente condições a sua moto de corrida.

– Os méritos são do Juliano, irmão do Jean, e do seu Jonas, pai do piloto, pois, acreditaram que seria possível, desmontaram toda a moto, trocaram filtro e óleo no período de 1h20 – afirma Cale Neto, diretor de motocross da Escuderia X Motos, equipe de Jean. 

Cale também avalia a situação:

– Contra fatos não há argumentos, afinal, dois pilotos caíram nesse reservatório e ele precisa de proteção. O que aconteceu neste fim de semana, foi que mexeram na entrada do salto e a mesa estava jogando para cima, no lugar de jogar para frente. Assim, quando o piloto entrava na curva seguinte e precisava que a moto estivesse grudada no chão, a suspensão estava respondendo ao impacto, e a moto flutuava – avalia Cale Neto. 

Por fim, Selhorst cobrou da empresa Romagnolli Promoções e Eventos o motivo da demora na aplicação da pena ao francês Pascal Leuret após atitude antidesportiva em relação ao piloto brasileiro João “Marronzinho” Paulino, comprometendo a prova do piloto brasileiro.

“Simplesmente porque o ocorrido foi na saída da mata de frente ao pitlane. De lá, o piloto sem passar pelo diretor de prova já abandonou a corrida e recebeu as punições cabíveis. Para conhecimento, nos treinos da Pró, dois pilotos renomados receberam bandeira preta com 4 minutos de treino por atitude antidesportiva”, alegou Romagnolli.

O empresário também encaminhou ao BRMX o ofício que afirma ter enviado ao presidente da ABPMX no domingo, 4 de março. Acesse ao documento na íntegra.