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Yamaha vai à justiça por título da MX1 do Brasileiro de Motocross 2013

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Campano foi o piloto que mais ganhou corridas no ano, mas Adam foi o mais regular – Foto: Mau Haas / BRMX

 

O Brasileiro de Motocross 2013 promete ter mais um capítulo após a rodada final. Desta vez a disputa será na justiça. A Yamaha ingressará com medida cautelar para averiguar a situação legal de trabalho de Adam Chatfield, conforme informou o chefe da equipe azul, Manuel Carlos Hermano, o Cacau.

– No início do ano, foram no nosso box pedir para ver o visto de trabalho do Carlos Campano. Mostramos que ele tem, e sempre teve desde que veio trabalhar no Brasil. Posteriormente, nós pedimos para a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) se o inglês e os portugueses teriam a documentação para estarem trabalhando no Brasil. Os documentos deles nunca foram apresentados e a CBM alegou que não cabia a ela cobrar isso. Mas se estamos falando de um esporte profissional, de campeonato brasileiro, o piloto estrangeiro deve ter visto de trabalho e não apenas de turista. As coisas devem ser bem feitas e nós vamos atrás dos nossos direitos. Se o Adam Chatfield estiver trabalhando sem documentação, a justiça deve tirar os pontos dele no campeonato e o título deve ficar com o Campano – argumentou Cacau.

O BRMX também conversou com o chefe da equipe IMS Vulcano Honda, Wellington Valadares, para saber o que ele teria a dizer sobre o assunto.

– Respeito muito o Campano, acho que ele é um ótimo piloto, mas não tenho culpa se ele passou mal na Bahia ou se ele furou o pneu ou se a moto dele estragou. Nós ganhamos o campeonato. O Adam é campeão. Agora, se eles querem entrar na justiça, deixa entrar e vamos ver o que vai dar – diz Valadares.

O regulamento do campeonato brasileiro prevê apenas dois documentos para a participação regular de um estrangeiro nas classes MX1 e MX2, conforme o texto do ítem 2.2:

“A participação de Pilotos estrangeiros pontuando no Campeonato esta sujeita à apresentação dos documentos abaixo citados:
– Autorização da Federação de origem permitindo a transferência do referido piloto para a CBM;
– Declaração escrita da contratação de um segundo piloto brasileiro na mesma equipe, com participação na categoria MX1 ou MX2.”

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Equipe Honda e IMS Vulcano Honda fizeram a festa juntas na final – Foto: Mau Haas / BRMX