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Roberto Castro fala em voltar ao motocross brasileiro em 2013

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O numeral #191 utilizado no Brasil agora acompanha RC nas pistas da Costa Rica – Foto: Divulgação Team CMX

O costarriquenho Roberto Castro – campeão do Arena Cross e vice-campeão da Superliga Brasil de MX em 2011 – pensa em voltar a competir no Brasil em 2013.

Em conversa com o BRMX, ele revelou que recebeu sondagens para voltar – e até mesmo para ficar no final do ano passado – mas nenhuma o agradou a ponto de deixar a família e o aconchego do lar para viver mais uma temporada no exterior.

– Esse ano, algumas equipes tiveram interesse em saber sobre minha situação na Costa Rica, e qual o meu projeto para o próximo ano, mais nada evoluiu ainda – conta, pedindo sigilo nos nomes das pessoas que mostraram interesse.

Antes de retornar à Costa Rica no fim do ano passado, RC também ouviu uma proposta de renovação que não agradou.

– Ano passado, alguns acordos não foram cumpridos. Eu ganhei um campeonato e fui vice no outro, e no fim não recebi a valorização que imaginava da minha equipe. Teria que continuar ganhando bem menos que alguns pilotos de quem ganhei dentro da pista. Voltei para a Costa Rica pensado no meu futuro. Retomei a faculdade e comecei um projeto para fazer minha própria equipe – explica Castro, 23 anos.

– A proposta da Dunas (principal patrocinador da sua equipe no Brasil) foi a única concreta, o resto foi sondagem. O problema do Brasil é que se fala muito, mas na hora de fazer, poucos fazem. Vontade todo mundo tem – critica.

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Percebendo que alguns estrangeiros estão com boas condições para competir no Brasil em 2012, sua vontade de voltar aumentou.

– Eu tenho interesse em voltar, mas tem que ser algo bom para mim. Tem que valer a pena financeiramente. É muito difícil ficar longe de casa, longe da família. Não se trata apenas de uma mudança de equipe, de moto, de equipamento – argumenta.

Atualmente Castro está competindo nos campeonatos da Costa Rica e Guatemala com sua própria equipe – Team CMX –, pilotando uma Suzuki RM-Z450.

RC ocupa a segunda posição no campeonato de seu país, enquanto participou apenas de algumas provas na Guatemala, a convite da Suzuki local.

– Tive algumas quedas, um problema com a moto na segunda etapa e um pneu furado na quarta, por isso perdi pontos importantes. Mas, aqui podemos descartar os dois piores resultados, e assim a diferença para o líder fica de apenas um ponto. Estou na briga pelo título – diz.

O campeonato teve cinco etapas das nove que serão realizadas na temporada. Roberto Castro ganhou seis das dez baterias.

– Aqui as pistas são menores e menos técnicas (em relação ao Brasil). A estrutura do campeonato é bem menor também, mas tenho me mantido em forma treinando em uma pista que fica próxima a minha casa e que é muito boa, melhor até que aquela de Curitiba, onde eu treinava aí no Brasil – compara.

Mesmo afastado das competições mais acirradas e das pistas mais técnicas, ele acredita que estaria em forma para uma temporada brasileira.

– Sei que tenho condições de andar na frente. Não sei como seria com o Carlos Campano, que é realmente muito rápido, mas já provei que posso vencer o Adam (Chatfield) e o Balbi. Acho que se eu tivesse uma boa estrutura, seria competitivo – finaliza.