Notas de esclarecimento da CBM em relação a Duda Parise e Motocross das Nações

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A CBM enviou duas notas de esclarecimento ao BRMX referentes a matérias publicas neste site nos dias 3 e 5 de julho, sobre MXoN 2013 e piloto Duda Parise. Leia abaixo, na íntegra, os dois textos.

 

“Nota oficial da CBM quanto ao piloto Duda Parise”

A CBM lamenta o ocorrido na 3ª etapa com o piloto Duda Parise. A entidade tem focado grande parte do trabalho na segurança dos pilotos, tendo cuidado com a pista e com um atendimento especializado na prova, com médicos ortopedistas conceituados dentro da pista e com várias UTI’s para translado do piloto.

Ao dar entrada no Hospital, o piloto ficou sob responsabilidade do Hospital e a CBM não tem mais nenhum tipo de influência no piloto que passa a ser paciente, sob os cuidados dos médicos do Hospital. O médico responsável pela Prova, que o acompanhou até o Hospital, informou à CBM que o piloto estava bem, porém, tinha lesionado a região pélvica e o risco de hemorragia era grande, sendo assim, o Hospital o manteria sob observação obrigatória por no mínimo 24 horas.

O piloto ainda contava com o apoio da sua equipe, que é a responsável pela sua integridade física que o levou a competição. A CBM esclarece que, até antão, não havia sido informada sobre os problemas ocorridos com o piloto Duda Parise no atendimento feito pelo Hospital.”

logo CBM

“Nota oficial da CBM quanto ao Motocross das Nações”

A CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) está conversando com pilotos brasileiros que estão em alto nível para representar o Brasil no Motocross das Nações 2013, que será realizado no mês de setembro na Alemanha.

A entidade optou este ano por não fazer a convocação dos competidores e sim um convite aos pilotos para comporem o team Brasil. Essa foi uma forma que a CBM encontrou para preservar os pilotos e seus patrocinadores, pois a convocação pode gerar algum desentendimento com o patrocinador e também o piloto pode ter problemas físicos na época da competição o que o impedirá de participar. Por isso a entidade está agindo dessa maneira, sem divulgar oficialmente.

Nos anos anteriores, a CBM viabilizava um patrocínio que obrigava o piloto a usar no seu uniforme para poder ir aos Nações, tal imposição conflitava com os patrocinadores pessoais do piloto e por conta disso, muitos acabaram não indo por imposição do patrocinador pessoal do piloto.

O que a CBM deseja é ter no Time Brasil, os três melhores pilotos do País. Para que isso aconteça só existe uma maneira, que é o piloto usar o seu próprio
patrocínio no seu uniforme. Para quem não sabe, assim é feito nos EUA, França, Itália, Portugal e em muitos outros grandes Times.

Essa é a fórmula para se ter o melhor Time Brasil. O que se tem que fazer é convencer os seus patrocinadores da importância que é a participação do seu piloto lá fora nesse grande evento. Com certeza o retorno de mídia lá fora e aqui dentro é
imenso e se paga o investimento feito.

Para participarem eles terão que viabilizar a ida das suas respectivas equipes e as passagens áreas de três integrantes da CBM. A Confederação arcará com todas as despesas dos representantes da entidade, como hospedagem, transporte e
alimentação no País sede da Competição.

As equipes não consideram nenhum problema levar os integrantes da CBM. As empresas envolvidas no motociclismo brasileiro também acreditam no trabalho da CBM. Todos tem a confiança de que a entidade está fazendo um bom trabalho e está disposta a unir forças para o bem do motociclismo. As dificuldades são imensas.

Para conhecimento, no ano passado, de todas as Américas, somente participaram EUA, Venezuela e Brasil. Países importantes como Canadá, Peru, Chile, Argentina e outros, não compareceram por motivos semelhantes aos que hoje vive o Brasil.

Ao contrário do que afirmaram, a entidade não recebe verba do Governo Federal, pois foi comprometida devido a gestões passadas. Atualmente a CBM não recebe nenhum recurso do Ministério do Esporte e toda a verba que arrecada com patrocínio cobre as despesas mensais da entidade e investe na realização dos campeonatos nacionais, pois a primeira meta é realizar competições fortes que vão preparar os pilotos brasileiros de igual condições com as principais nações.”

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