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Líder invicto, Jeffrey Herlings comenta fase atual do Mundial de Motocross 2016 e planos futuros

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Herlings mantém o campeonato da MX2 de forma invicta – Fotógrafo: Ray Archer

 

Jeffrey Herlings continua mantendo sua maré de sorte. O holândes venceu 19 das 20 baterias da temporada 2016 e segue na liderança do campeonato desde a abertura e de forma invicta, com 497 pontos – com 134 de vantagem sobre o segundo colocado.

No fim de semana dos dias 11 e 12, Herlings aproveitou a folga do Mundial de Motocross e participou do Campeonato Holandês e, para variar, venceu as duas baterias da MX2 e deixou o público entusiasmado como de costume.

Em entrevista ao site MX Large, Herlings comentou sobre sua atual fase, sobre bater novos recordes e também sobre o fato de Dylan Ferrandis querer atrapalhar suas largadas dos últimos GPs. Confira!

 

Jeffrey, conte um pouco sobre o fim de semana na Holanda.
Jeffrey Herlings: Foi bom, estava mais rápido na parte da manhã, então pude escolher um bom lugar no gate. Fiz os dois holeshots, a pista estava boa e consegui vencer com quase um minuto de vantagem na primeira bateria e na segunda, depois de umas três voltas começou a chover e a pista ficou muito encharcada, por isso, apenas segui em frente. Não foi nada que atrapalhasse o Mundial, então não corri risco. De forma geral, estamos na terceira etapa do campeonato e venci as três corridas. Mas o mais importante é o Mundial, claro.

Grandes mudanças aconteceram no Campeonato Holandês. Como você encherga isso?
Jeffrey Herlings: Eles estão tentando transformar em um mini-GP, o organizador realmente tem se esforçado para tornar tudo muito profissional e está conseguindo. Não é um campeonato mundial, então a maioria dos pilotos não se esforçam para ir até a Holanda, mas tivemos bons pilotos participando. Glenn Coldenhoff e eu participamos da maioria das temporadas, também temos Max Anstie, Evgeny Bobryshev, Thomas Convington e outros. Há várias equipes do GP lá. Eles estão fazendo um bom trabalho e está valendo a pena. No futuro será ainda melhor.

Você teve uma reunião com a KTM na semana passada. Alguma novidade?
Jeffrey Herlings: Na verdade, meu voo atrasou e tive poucas horas para a reunião. Vou voltar após o GP da Itália. Estamos tentando nos decidir para o próximo ano. Não temos uma resposta final, mas não há pressa. Estamos no meio da temporada ainda.

 

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“Quero quebrar recordes, mas quero crescer como piloto.” – Fotógrafo: Ray Archer

 

Deve ser uma decisão difícil, porque se você ganhar a MX2 esse ano, vai conquistar seu terceiro título na categoria. Então você teria a chance de um quarto título em 2017 e ninguém foi capaz de conseguir isso até então. Gastir Rahier, Harry Everts e Alessio Chiodi, todos tem três títulos na MX2. Isso torna a decisão mais difícil?
Jeffrey Herlings: Definitivamente eu fico de olho nos recordes, claro. Estou com apenas 21 anos e mesmo que eu fique mais um ano na MX2, vou ter 22. Se eu for com 23 para a MXGP, tendo uma carreira média, que vai até os 28 ou 20 anos, posso ter vários títulos na categoria. Estou focado em bater recordes e conquistar um quarto título, seria muito legal. Não vai ser fácil passar para a MXGP, com caras como Cairoli, Gajser e Febvre. Ao mesmo tempo, quero correr contra eles, por isso se torna um decisão difícil. Quero quebrar recordes, mas quero crescer como piloto, e se quiser fazer isso, tenho que subir para a MXGP.

Em poucos dias acontece o GP na Inglaterra. Está ansioso para essa etapa?
Jeffrey Herlings: Acho que é uma pista muito boa, uma das melhores do calendário e estamos esperando um tempo bom para fazer uma boa corrida. Acho que a largada é a chave dessa etapa, ao longo dos anos fica mais difícil, mas vamos tentar uma boa largada para conseguir a liderança. Espero que eu possa manter a minha série de vitórias.

Você vai alinhar ao lado de Dylan Ferrandis na Inglaterra?
Jeffrey Herlings: Essa é uma boa pergunta. Na Inglaterra, o gate ao lado da curva não é o melhor para garantir o holeshot. Se você me perguntar hoje, se eu alinharia do lado de Dylan, a resposta seria não, porque o que ele fez comigo na França, foi demais. Ele já me cortou na Espanha e na Alemanha, o que foi comprovado pela câmera, mas nada muito exagerado. Mas na França ele quase me jogou para fora. Ele foi indo para o lado e caiu, então arruinou sua própria corrida, o que não foi uma jogada inteligente. Eu sei que a FIM irá conversar com Ferrandis. Espero que a partir de agora ele seja um pouco mais esperto e tente se concentrar na própria corrida, e não na minha.