Hector Assunção fala do início da temporada e elege estrangeiros como principais oponentes

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Hector Assunção na primeira etapa do BRMX 2013 – Foto: Marco Dotto / BRMX

Hector Assunção, 21 anos, está vivendo uma nova situação em 2013. Após passar maior parte de sua carreira competindo com motos Honda, este ano ele encara os campeonatos nacionais de Kawasaki, em um esquema privado ao lado do irmão Roosevelt.

Nesta terça-feira, 4, uma de suas principais patrocinadoras, a Circuit, divulgou entrevista em que o piloto fala sobre esse início de temporada, que tem duas etapas de Brasileiro e uma de Arena Cross realizadas.

Hector ocupa a quinta colocação na MX2 do Brasileiro (é o campeão da temporada 2012) e a segunda colocação no Arena Cross. Confira a entrevista!


Qual é a análise que você faz das suas atuações nas primeiras provas de 2013?
Hector:
Acredito que meu início não foi dos melhores no Brasileiro de MX, mas nesta segunda etapa, em Três Lagoas, posso dizer que já me senti muito mais à vontade do que na abertura, em Carlos Barbosa. Principalmente na última bateria consegui desenvolver um bom ritmo e conquistei um quinto lugar no pódio. No Arena gostei do meu desempenho, estou em segundo lugar e vou buscar essa liderança. O nível dos campeonatos está cada vez mais alto, com pilotos que foram treinar fora na pré-temporada e também muitos estrangeiros, já bastante experientes. O meu foco será na parte física, pois acho que o diferencial é estar em excelente forma para manter um ritmo constante desde o início até o fim das provas.

Em relação às suas metas para 2013, quais são elas e quais são as principais dificuldades que você destaca nesse trajeto?
Hector:
A meta sempre é vencer, ser campeão. Claro que eu tenho como objetivo defender o título da MX2 no Brasileiro, mas tenho consciência de que este ano o nível da competição está ainda mais elevado. Vai ser difícil recuperar o prejuízo deste início ruim no nacional, mas darei o meu melhor a cada etapa que correr. No Arena estou confiante e vou brigar por essa conquista. Sobre as dificuldades certamente a presença dos estrangeiros é uma delas. Os caras são experientes, têm na bagagem corridas nas principais pistas de motocross do mundo, ao lado dos pilotos mais rápidos, são super concentrados e profissionais. Mas também tenho adversários brasileiros muito fortes e bem preparados. É preciso ser realmente o melhor dentro da pista, estar concentrado e treinado para conquistar a vitória.

Em qual modalidade você gosta mais de competir?
Hector:
Essa é uma questão difícil, já que gosto bastante do motocross e do arena cross. Mas, ainda prefiro uma pista de motocross bem natural, com grandes saltos, subidas e descidas.

Como é sua rotina de treinos na semana?
Hector:
É bem puxada. Faço academia três vezes por semana com a supervisão e orientação do MX Personal. Na 4 Perform, onde treino, recebo auxílio também para seguir uma alimentação regrada e propícia ao meu estilo de vida de atleta. Treino com moto às terças, quartas,  quintas e quando não tem corrida no sábado também, e pratico corrida de duas a três vezes na semana, por cerca de 40 minutos cada vez.

O que você tem a dizer sobre sua nova equipe e estrutura?
Hector:
Estou muito feliz e satisfeito com a estrutura que me está sendo disponibilizada. Felizmente posso contar com a qualidade dos produtos de uma das marcas mais tradicionais e bem conceituadas do motocross, a CIRCUIT. Minha moto está super bem equipada com itens que fazem a diferença, como o protetor de mão, que protege contra pedradas e quebras e é super resistente, as manoplas que têm um grip perfeito, facilitando bastante no controle do guidão, além do number plate. Uso também as roupas e luvas da CIRCUIT que possuem boa ventilação, o que me deixa bastante confortável na pista para me concentrar totalmente nos resultados. Hoje em dia o cenário do motocross, bastante competitivo, exige que o atleta use os melhores produtos, das melhores marcas, pra conseguir um bom desempenho. Estar com a CIRCUIT me dá muita tranquilidade neste sentido também.

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