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Análise da quarta etapa do Brasileiro MX 2013, em Aracaju

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Esta é uma das melhores corridas do ano. É um circuito bastante exigente, com muito público e um ambiente genial. A pista tem bastante areia de praia e uma pequena parte mais dura. É diferente das demais e o único problema é que é pequena, muito curta para um campeonato brasileiro.

Desde a última corrida em Sorriso, na qual lesionei o punho esquerdo, estive três semanas sem subir na moto. Tentei andar algumas vezes mas não consegui. Por sorte o Arena Cross foi adiado, assim não tive que perder a prova e sigo liderando o campeonato.

No sábado em Aracaju treinamos pouco, pois a forte chuva deixou a pista muito difícil. No domingo o sol saiu e, apesar do barro em algumas partes do circuito, o traçado estava bom e praticamente todas as corridas foram espetaculares.

Minha primeira bateria foi perfeita, saí na frente e pude andar tranquilo sem manchar meus óculos com a pista toda para mim. Wellington me seguia de perto, porém pude controlá-lo e, chegando ao final, ficou um pouco mais tranquilo, com onze segundos de vantagem. Com Balbi em terceiro lugar e Chatfield em sétimo, quase recuperei os treze pontos que tinha de desvantagem, ficando a somente dois pontos da liderança.

A segunda bateria não foi tão boa. Saí na metade do pelotão, pude ultrapassar o Balbi e estava pressionando o Ratinho quando forcei demais e acabei caindo em uma canaleta. Pude levantar-me e rapidamente me coloquei em terceiro lugar atrás de Wellington e Chatfield, porém a uma boa distância. Me concentrei ao máximo e decidi dar tudo para alcançá-los, porém minha moto cada vez corria menos e tive que aliviar a mão para tentar acabar a bateria. Tentei cuidar da minha Yamaha ao máximo, mas três curvas antes da final, ela disse basta. Empurrei a moto até a chegada, passando de terceiro para oitavo lugar. Existem poucas coisas piores que empurrar a moto 100 metros na areia branca da praia depois de 35 minutos de corrida.

O campeonato está sendo muito duro comigo. É difícil acreditar que de oito baterias terminei somente três sem problemas. Caí três vezes na largada, furei um pneu e quebrei um motor. Cinco baterias sem sorte é demais, mas me sinto bem, estamos apenas a onze pontos do líder e creio que estamos fazendo um bom trabalho.

Em duas semanas teremos a quinta etapa em Salvador, e não vejo a hora de estar novamente no gate de largada e dar ainda mais gás.

Saudações, e até a próxima!
* Tradução: Christine Wesendonk – leia o original, em espanhol, aqui.