Desfrute da segurança e confiabilidade do casino portugal online com uma vasta seleção de slots, jogos de mesa e dealers ao vivo de renomados provedores de software.

Ən yaxşı slot oyunları və nəhəng cekpotları kəşf edin, pinup platformasında təhlükəsiz və etibarlı şəkildə oynayaraq böyük qazanmaq üçün mükəmməl anı qaçırmayın.

Descubra uma variedade de jogos de cassino e fornecedores enquanto acessa com facilidade o brazino777 login, aproveitando bônus exclusivos e experiências de dealer ao vivo.

BRMX Economia: ASW completa 26 anos e comemora expansão no mercado externo

||


Fernando Silvestre (direita) ao lado de Dimas e Leandro Mattos na hora dos “parabéns” à ASW – Foto: Elton Souza / BRMX

Ao completar 25 anos em 2011, a ASW executou o projeto que se estendeu por quatro anos e visava o desmembramento das marcas ASW, Acerbis e Fox. Todas são de propriedade da Silva Mattos no Brasil. 


Em entrevista ao BRMX, na época, Paulo Mattos, diretor da Silva Mattos e um dos fundadores da ASW, identificava a necessidade de aprimorar a exportação dos produtos ASW.

O BRMX voltou à Mogi das Cruzes, a 70km de São Paulo, cidade onde está sediada a Silva Mattos, e conversou com Fernando Silvestre, gestor da ASW. 

Durante a festa de 26 anos da marca, Silvestre falou sobre o ano da empresa, a ampliação nas exportações, estratégia de marketing e investimentos no esporte. 


Confira abaixo a entrevista com Fernando Silvestre, gestor da ASW, para o BRMX Economia.

BRMX – Um dos desafios da ASW ao completar 25 anos foi o de ampliar sua participação no mercado externo, principalmente o latinoamericano. Esse objetivo foi alcançado?

Fernando Silvestre – O mercado latinoamericano apresenta um desafio muito forte em matéria de legislação. Em um dos casos que melhoramos foi na Argentina, mas não consideramos o ideal. Também melhoramos nossa participação no Paraguai, mas é um mercado pequeno. Por outro lado, tivemos o sucesso de criar um representante no Chile, onde não tínhamos um distribuidor sólido. Este representante está com a gente há nove meses. Em matéria de Europa, nós conseguimos um distribuidor para a Inglaterra, extremamente interessante e que já está fazendo um trabalho ótimo. Inclusive, desenvolvemos um projeto de marketing que está se iniciando agora, que é uma escola de motocross com o apoio da Yamaha, da Rinaldi e da ASW. Um dos alunos que se formou nessa escola é o número 1 da MX2 na Inglaterra e vai utilizar nossos equipamentos no campeonato inglês. 

BRMX – A crise econômica na Europa atrapalhou os planos da ASW de crescer no Velho Continente?

Fernando Silvestre – Por incrível que possa parecer, abrimos o mercado na Grécia, que está com um problema econômico sério, mas nossas linhas vão muito bem. Tivemos uma alegria gigantesca na Bélgica, conseguimos estabelecer um distribuidor e que vem obtendo muito sucesso com nossas linhas Trail e Image. Fomos a primeira marca em Portugal em número de vendas, informação da Moto Verde portuguesa, em um ano muito atípico, no qual a economia foi muito ruim, o que não é motivo para se contar vitória, mas é um fato. 

BRMX – O projeto de expansão no mercado externo deu prosseguimento, então?

Fernando Silvestre – Aquele projeto inicial continuou seguindo, nós aumentamos a equipe interna de comércio exterior, temos mais uma pessoa focada na parte comercial, e muito trabalho foi feito diretamente comigo, realizei três viagens profissionais durante o ano.

BRMX – O mercado nacional, por outro lado, vive um momento de aquecimento?

Fernando Silvestre – Na verdade, o mercado brasileiro vive um momento de maturação, principalmente o off-road. Nossos revendedores, principalmente os varejistas, vêm se profissionalizando, vêm se informatizando, escolhendo as marcas com quem trabalham, escolhendo as parcerias para longo prazo e, assim, se diminuem a existência dos aventureiros. É claramente um momento de solidificação. 

BRMX – Isso vale para todas as regiões do Brasil?

Fernando Silvestre – Temos claras expansões no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Sul e Sudeste continuam mais ou menos equilibrados. O Sul do país teve um primeiro trimestre do ano passado muito sofrido, em razão da seca no Rio Grande do Sul e da chuva em Santa Catarina, no qual a economia inteira sofreu. Isso marcou o plano econômico no Sul do Brasil claramente, atingindo a indústria de calçados, de roupas, em geral. Mas, a base do mercado brasileiro vem crescendo, e isso é claro. Cada vez mais, vão sendo gerados novos desafios, porque os concorrentes também melhoram, a competição fica mais acirrada. Mas, isso faz parte do mundo profissional, e meu pai sempre dizia, concorrente bom te faz evoluir, ele te empurra pra cima.

BRMX – Como ficou o crescimento da ASW dentro do mercado brasileiro?

Fernando Silvestre – No mercado nacional também foi um ano extremamente positivo para a ASW. Somente no setor de moto, crescemos 18% em faturamento e 26% em número de peças. Isso demonstra que o mercado está indo muito mais pelo preço. Se você cresce muito em números de peças, demonstra que a base do mercado está se expandindo, o que é bom para todo mundo. Então, o ano em que comemoramos nossos 25 anos foi um ano muito bom. O Salão Duas Rodas, em outubro, também foi um evento excelente, a aceitação de nossa coleção 2012 foi um sucesso e tivemos um último trimestre muito sólido com a coleção nova. Então, foi um ano de muito trabalho e de muitas alegrias.

Fernando Silvestre fala da fase de expansão da ASW no mercado externo e consolidação no brasileiro – Foto: Elton Souza / BRMX

BRMX – O marketing da empresa é um dos responsáveis por este crescimento?

Fernando Silvestre – Sem dúvida! O marketing é responsável por grande parte do nosso negócio. Ele contempla a estrutura de relacionamento com pilotos e a participação no esporte, efetivamente. Eu vejo que, cada dia mais, parte do nosso negócio está relacionado à comunicação e design, complementando o fabril. Claro que a qualidade latente faz parte do nosso dia a dia, nosso nível de exigência interno é muito alto, mas o marketing é algo muito importante para o nosso negócio. 

BRMX – No motocross, entretanto, a ASW deixou de renovar a parceria com a equipe Honda. Como se deu isso?

Fernando Silvestre – Neste ano, não vamos mais fornecer (equipamento) para a equipe Honda. Esse fornecimento será da Fox, que, apesar de ser do mesmo grupo, é uma empresa totalmente diferente. Nessa negociação, claro que tínhamos interesse em manter a parceria, mas acabou não se concluindo. Assim, tomamos alguns caminhos para 2012 que acreditamos ser extremamente positivos no motociclismo. Primeiro, vamos ter uma equipe satélite Honda no enduro. A ASW Enduro Team será a primeira equipe satélite da Honda nesta modalidade. Os pilotos são Nielsen Bueno, correndo Cross Country e Enduro FIM, além de alguns Ralis Bajas; Sabrina Katana defendendo o público feminino no enduro de velocidade e de regularidade; e Sandro Hoffmann, no Enduro de Regularidade.

BRMX – Serão investimentos em uma parcela que abrange muitos praticantes de motociclismo off-road no Brasil, então?

Fernando Silvestre – O enduro é a nossa essência, nossa origem, e será onde teremos a primeira participação de uma equipe satélite Honda, efetivamente. Além disso, mantemos um grande relacionamento com Felipe Zanol, que é um atleta maravilhoso e teve uma participação fantástica no Rally Dakar – melhor piloto das Américas na edição 2012 da competição. 

BRMX – Como a ASW trabalha sua participação no Rally Dakar?

Fernando Silvestre – O Dakar é um exemplo de marketing diferente. Nesse ano, com exceção de Vicente Benedictis, todos os brasileiros estavam com equipamentos ASW e estendemos a participação com o fornecimento de equipamentos para a equipe oficial Husqvarna europeia. O retorno de visibilidade do Dakar é algo fora de sério. Trabalhamos isso visando o mercado da Europa e o mercado mundial. 

BRMX – O Dakar é a grande vitrine para o mundo?

Fernando Silvestre – O Dakar é algo interessante. No ano passado, tive a oportunidade de ir para o Salão de Milão – EICMA – e parei para ver a apresentação da KTM. Todas as modalidades são apresentadas com toda a atenção da fábrica, mas o Dakar, para o europeu, é o maior evento. Realmente, ele é um dos maiores eventos do mundo. Ouvi uma frase que exemplifica muito bem isso: só existem duas situações de uma pessoa permanecer vários dias na zona da morte, que é no Everest e no Dakar. Dia a dia, o piloto está em uma situação de risco extremo. Com o Dakar, começamos nosso ano muito bem!

BRMX – No motocross, entretanto, a ASW ficará fora das equipes profissionais?

Fernando Silvestre – No motocross não tivemos qualquer negociação bem-sucedida com uma equipe que refletisse nossa forma de trabalhar e agir. Talvez, por nossa culpa, de não termos interagido antes. Mas, vamos focar na base do esporte. Estamos apoiando pilotos que correm campeonatos regionais e amadores, por exemplo, o Caio Lopes. Também estamos planejando um evento para julho, focado nas crianças. Um evento que acrescente base para a pirâmide do esporte brasileiro. Vamos tirar investimento do motocross profissional e injetar este investimento com a mesma força no motocross amador, infantil e juvenil. 

BRMX – Como está o relacionamento da ASW com a Confederação Brasileira de Motociclismo e sua nova presidência?

Fernando Silvestre – Estamos negociando um evento junto com a CBM que não acontece no Brasil desde 2003. A CBM ainda está finalizando a parte dela, mas já está em andamento. Devemos apoiar a entidade em diversos eventos, estamos mais próximos, então, vamos canalizar muitos investimentos. Esse primeiro evento com a CBM será um evento técnico. O presidente da entidade tem demonstrado bom-senso e é uma alegria muito grande ver este momento da CBM. A gente acredita que todos devem apoiar a CBM, todo mundo que estiver no mercado. Agora é hora de apoiar a entidade, momento em que a CBM precisa de apoio.